15.2.10

Carnaval, Valentim e Toblerone pelas escadas abaixo...

O Carnaval...

Muito haverá para dizer sobre esta época festiva.
A minha relação com as festividades carnavalescas sempre foi conturbada, um pouco, diria, à laia de montanha russa. Quando pequena adorava mascarar-me, andar pela rua a brincar, ostentando as minhas máscaras orgulhosamente, sempre com medo de estragá-las.

Com a puberdade e os balões de água comecei a detestar esta época, chegando a esgueirar-me debaixo das varandas dos prédios, desviando-me dos trajectos desenfreados de tais torpedos aguados (misturando sabe-se lá que outros ingredientes). Nem sempre com sucesso.
Passada a era do Clearasil e dos dilemas existenciais, recomeçou o gosto pelo uso de alter-egos indumentários. E hoje em dia não me importo nada de me imiscuir no espírito da coisa, desde que no sítio certo e com as pessoas certas por companhia.

Daí isto:


A ideia por detrás da escolha? Não sei, comprei as perucas e partiu tudo daí. Muito rebuscadamente talvez fôssemos a bandeira da Jamaica LOLOL


Quanto ao rebento, claro que também se aperaltou para a festa:



Mag

5.2.10

He's got to be... so macho...

Lembram-se de quando eram miúdas e imaginavam como seria quando encontrassem o Príncipe Encantado?
Por vezes recordo esses tempos. Ainda tenho, aliás, pseudo-diários onde confessava esses desejos e fantasias. É engraçado ver como mudou a forma como eu vejo, como apreendo e como desejo o sexo masculino - agora obviamente condensado no meu marido. E hilariante ver o quão díspares são aquilo que eu achava que queria há 20 anos atrás e aquilo que eu tenho agora. LOL

Não me estou a queixar, atenção. Que sabia eu há 20 anos atrás, daquilo que são os homens? Aliás, que sabia eu há 20 anos atrás daquilo que era ser eu? Se ainda hoje estou como estou... eheh

Mas como eu dizia, o que me atrai no sexo oposto nada tem a ver com o que eu pensava querer aos 13, 15, 16 anos. Nada tem a ver, portanto, com os passeios à beira-mar e os piqueniques românticos saídos de um romance de Jane Austen. Não. A minha vida amorosa até poderia sair de um romance de Jane Austen, mas apenas na parte em que as heroínas se debatem com mil e uma questões existenciais e gladiam com os seus amados sofrendo em segredo com a ausência de tratos mais íntimos com os mesmos. Tudo o resto é lucro lolol

Isto para chegar ao que me trouxe aqui: o que me atrai no sexo oposto, ultrapassada a questão mais física e imediata da coisa, é o desafio que representa ter uma conversa com ele. Não falo da dificuldade que por vezes representa falar com alguns espécimenes masculinos da raça humana, não, mas da capacidade argumentativa e nível de conhecimentos que é necessário possuir para manter uma conversa e - o mais frequentemente possível - sair vencedora da mesma. (Caso não consiga há sempre a hipótese de recorrer a golpes baixos tipo beijá-lo ou falar sobre sexo ou qualquer coisa do género lol - ainda que por vezes nem isso o desarme na sua senda pela vitória lexical.... or something like that)


Enfim, não há nada mais sexy do que um homem que saiba falar, que saiba do que está a falar, e que nos consiga dar a volta sem que nos apercebamos disso, depois de uma boa sessão de paleio. Bem, o que isto despoletou na minha sonolenta cabecinha... (isto e a imagem do Giannechini que coloquei neste post)

Posto isto, vou dormir que já são horas.


Me "home"sick,
Mag

3.2.10

Chegámos!!!

Ao mês que alberga a data do meu aniversário. 34... brrrrrrr

Neste momento preciso de retomar alguns dos meus bons hábitos, nomeadamente as quartas-feiras de tricolage e afins com a Ruth!

Mas não tenho estado inactiva! Finalmente acabei as caixas que me propus fazer para as in-laws! E aqui estão as provas...
Caixa para jóias.


Caixa para chás.


Além destas ainda fiz um trabalho para a minha mãe levar para o grupo de não sei quê para comemorar o aniversário de não sei quem... tinha que ser algo alusivo à Natureza. Ainda me falta inserir um poema sobre o mar. Amanhã...



Me inspired (?),
Mag